A que ponto chegamos?
Uma matéria estarrecedora no Fantástico, um dos principais programas dominicais do Brasil, escancarou o que até aquele momento ainda não parecia ser uma febre. Os tais bebês reborn estavam ganhando destaque jamais imaginado.
E dali começamos a receber que, em nosso cotidiano, teríamos novos persongens e desdobramentos.
Durante a semana que passou, em meio a tantos assuntos importantes como a falta de vagas em hospitais, a violência crescente a cada dia, o amontoado de processos no judiciário, vieram à tona os efeitos dos tais bebês.
Pessoas tentando cadastra-los no SUS, querendo dar vacinas, batiza-los em igrejas e, pasmem, entrando com pedido de guarda de bebê reborn. Isso mesmo, guarda de bebê reborn.
Se já não vivêssemos um período de aparente abalo na saúde mental de muitos brasileiros, alguns estão levando essas histórias para o mundo real. Qual será o nosso fim? Já já teremos bebês reborn, nascendo de úteros com placentas realísticas, de uma boneca mãe, gerada por um “bonecão” comandado por uma inteligência artificial e que ainda terão um pequeno cãozinho robô!
Enfim, será esse o sinal dos tempos?
